SEBOS DA GRANDE SÃO PAULO - 02/jan./2008 a 09/jun./2008

São Paulo, 9 de junho de 2008.

Banca Raridade voltou
Agora como Sebo Raridades , e em um novo endereço na Avenida São João. Continua sendo especializada em revistas raras (décadas de 40, 50, 60 etc.). Foi por um acaso que encontrei com o sr. Saulo, dono do sebo, nesse último sábado, lá na Banca Sta. Efigênia . Quando o vi, estranhei-me pela familiaridade da figura, tendo quase a certeza de tê-lo visto em algum lugar. É que tenho dificuldades em lembrar de todos os sebeiros da cidade. No caso do sr. Saulo, ele teve a sua banca confiscada pela Prefeitura de São Paulo. Mas esclarece: “Perdi poucas coisas”.


São Paulo, 5 de junho de 2008.

Ao Gaúcho mudou de direção e de nome
Agora é Sebo Livraria Vitória . Na verdade, um depósito de eletrônicos, computadores antigos, CD’s, DVD’s, revistas de todos os tipos e livros usados. O seu Barba (da extinta Banca Central) não trabalha mais lá. Nessa terça-feira, apenas vi duas garotas e um senhor no local. Talvez seja interessante para tentar, quando se quer encontrar algo esquecido por outros sebos. O endereço: Rua Vitória, 573 - Sta. Efigênia (sem telefone...).


São Paulo, 2 de junho de 2008.

Mudanças de horários e correções em alguns sebos
Houve alteração de horários na Livraria Acervo, que ganhou um acréscimo no nome: Livraria Acervo Editorial . Agora abre apenas de segunda a sexta. O Sebo Arquipélago (antigo Sebo Móbile) teve o seu horário corrigido. Estava quase que trabalhando até o fim do dia de sábado, e ameaçava abrir aos domingos... Na verdade, nada disso aconteceu. Foi êrro de digitação mesmo. E deve ter alguns sebos por aí (no meu site) que já deveriam ter sido enterrados, pois, estão mortos faz muito tempo. Caso você conheça alguns nessas condições, por favor, AVISE-ME.


Sugestões são bem-vindas
O que você gostaria de encontrar no site de Zadoque? No momento não vendo mais os livros diretamente aqui (existem vários sites que fazem isso). Porém, outros tipos de informações e serviços podem ser pensados. É uma questão de estudar as propostas. Dê as SUGESTÕES.


São Paulo, 30 de abril de 2008.
Fecha-se mais um sebo, e a descoberta das livrarias do bairro da Liberdade
Ontem passei no bairro da Liberdade, e constatei que o sebo Carlos Gomes, que fica na praça do mesmo nome, fechou as suas portas com uma placa de “Aluga-se”. Fiquei intrigado porque na semana passada estive no local, e depois, uma das donas estava no novo sebo que foi inaugurado: O Mania de Cultura . Suponho que a decisão já tinha sido tomada naquela ocasião, e ninguém se predispôs a me informar sobre as mudanças. Somente depois é que um sebeiro comentou que elas (as donas do extinto sebo) tinham de entregar o lugar. E decidiram vender os livros diretamente através da Internet.

Já que eu estava naquela região, aproveitei para levar o livro Lições Elementares de Teoria Musical do autor Samuel Arcanjo, por meros R$ 5,00. Isso de um outro sebo nas proximidades. Tentei até pechinchar o preço, mas sem sucesso. Oitava edição (sem data), a obra estava com alguns cadernos soltos, todos grampeados a cavalo, e resíduos de fibras de papel e insetos (cupins?) na lombarda. Mas como sei restaurar e encadernar um livro, se for o caso, achei que valeu a pena. No mesmo local, tinha alguns livros de solfejo (exercícios para a leitura de partituras), mas desisti de levá-los. Prosseguindo na minha viagem...

Eu estava disposto a explorar um pouco o bairro, e fui em direção à Rua Galvão Bueno, pegando a Rua da Glória, e depois a dos Estudantes. Isso por causa dos importados japoneses e de outras procedências que se encontravam nas redondezas. Além disso, tinham alguns pequenos supermercados de importados, cujos produtos, além da qualidade, são, na maioria, mais baratos do que os demais da cidade. Na Rua da Glória, nº 242, descubro uma livraria de publicação japoneza - a Fonomag (www.fonomag.com.br / fonomag@uol.com.br. Tudo em ideogramas japoneses. Não entendo nada dessa língua.

Esse quarteirão, formado pela Rua dos Estudantes e o Galvão Bueno, concentra-se boa parte das lojas predominantemente de produtos importados. Na medida em que fui caminhando pelo Galvão Bueno, em direção à Rua São Joaquim, o ambiente tornou-se um pouco desinteressane. Resolvi, então, subir pelo São Joaquim, passando ao templo maçônico, chegando à Av. Liberdade. No retorno, descubro uma livraria chinesa - a Liu Yongxin Revistas (Av. Liberdade, 622. Tel.: 55 11 3207-4319. wenchan_lin2@hotmail.com). Dessa vez, tudo em ideogramas chineses. Para quem que tem paciência em aprender, dispõe-se no local, vários pincéis de bambu, sem contar as outras lojas que vendem o mesmo material e alguns cursos na redondeza.

Universo Cultural: Mais dois sebos cadastrados
Na ocasião em que estive no Mania de Cultura, conheci o sr. Denilson, que juntamente com o sr. Luiz, são os donos de dois sebos, localizados em duas cidades distintas: A Joinville, em Santa Catarina, e a Limeira, em São Paulo. Veja os endereços dos sebos Universo Cultural .


São Paulo, 23 de abril de 2008.

Rede de sebos do Paraná compra mais um de S. Paulo
A Nova Floresta vendeu recentemente uma filial, e que ficava na Rua Rodrigo Silva, 34. Agora no local, nasce o sebo Mania de Cultura, que pertence a uma rede de sebos situados em outras cidades (ver as filiais em outras cidades). O mesmo que comprou o acervo do Papo Cultural e que ficava em Pinheiros. Isso segundo o funcionário do novo estabelecimento. O endereço antes pertencia ao extinto Sebo Mendes.


Banca da Cida fechou
Na verdade não existe mais. No local, um vazio, a poucos metros da Câmara Municipal de São Paulo. Suponha que seja mais um ato da Prefeitura de São Paulo. Segundo um sebeiro, já foram cerca de 70 bancas de sebos retirados da cidade de São Paulo, sob o argumento de situações irregulares. A Banca do Erikh ainda permanece no local. Mas seus donos temem que a qualquer momento vão perdê-la, apesar do mandato de segurança providenciado, e que impediu até o momento que a banca fosse arrebatada pela Prefeitura.


São Paulo, 11 de abril de 2008.

Mudanças na captação de renda do site
Criaram um preconceito para a modalidade de renda que estou tendo no meu site: O post pago. Pois, é mal visto na blogosfera (mundo dos blogs). A Página de Zadoque não é propriamente um blog. Mas está se aproximando desse estilo de escrever, e acabarei tornando-a em um. Como preciso obter um rendimento justo e razoável, estou pensando nas alternativas adotadas pelos blogs como fontes de renda. Veja mais detalhes ...


Encalhes de revistas novas e seminovas no Brooklin
Além de livros usados, a Mister Sebo dispõe de um bom estoque de revistas de todas as modalidades no fundo da loja. Na verdade, trata-se de um quintal fechado de 5 x 4 metros e com cobertura de fibra de vidro. O espaço é totalmente lotado de revistas bem organizadas, e mais um gato. Tome cuidado com o bichano, que ao menor descuido ele (ou ela) vai querer chamar a tua atenção, pulando em cima das revistas.

A propósito: Isto não é um post pago. Apesar da minha insistência, pois, todas as vezes que vou lá, e ainda quase sempre compro umas duas ou três revistas, seus donos não querem saber de anúncios. Portanto, não estou recebendo absolutamente nada nessa divulgação. Mesmo assim, futuramente pretendo divulgar umas fotos do sebo aqui. É mais pelo simples prazer de registrar as minhas impressões do que obter um rendimento. É claro que o ganho pelo trabalho sempre é bem-vindo. Quem sabe, o caro leitor ou leitora possa dar uma mãozinha. Basta dizer aos donos ou responsável da loja (caso for visitar o local) de que conheceu o sebo através da Página de Zadoque.

São Paulo, 5 de abril de 2008.

Papo Cultural fecha em Pinheiros
Infelizmente o sebo encerrou as suas atividades, sendo todo o seu acervo vendido para um outro fora da cidade. Parece que a decisão foi tomada faz poucos dias atrás, e quando cheguei no local (no dia 3), o sr. Marcelo, o dono do sebo, estava empacotando todo o material.


O Sebo Avalovara tem um novo dono
Agora pertence ao jornalista Bernardo Ajzemberg (aquele do Instituto Moreira Salles). A mudança ocorreu faz aprox. um mês. A impressão que tenho é que o sr. Evandro, escritor e antigo dono do sebo, seja um espécie de agente cultural. Pois, ouvi um boato de que ele desistiu do sebo porque estava com um “novo projeto”. Porém, não é a primeira vez que ele se desfaz de um estabelecimento para depois abrir um novo. Antes foi com o Sebo Sagarana, que era dele também. Talvez tenha a intenção de promover o aumento de sebos na capital. Com a mudança de direção, houve algumas alterações no E-mail e horários.


Mais uma banca de livros some da cidade
A Banca da Dona Alcina, que vende livros novos e usados, foi arrancada do lugar. Quando isso de fato aconteceu não sei. Perguntado sobre o destino da banca, um motorista ou fiscal, que estava em um ponto final de uma linha de ônibus, respondeu mais ou menos assim: E quem precisa de cultura?


São Paulo, 15 de fevereiro de 2008.
Biblioteca do Goethe-Institut: Mais uma na lista
É mais uma referência a ser pesquisada. Mais detalhes...


Sebo do Beto muda (de novo) o telefone
O sebo, que fica na região do Lapa (São Paulo), tem agora um novo telefone: 3497-8471. Mais detalhes...


São Paulo, 27 de janeiro de 2008.
Mais um sebo em Pinheiros
O Mago dos livros fica na proximidade do supermercado Pão de Açúcar e da Rua Teodoro Sampaio.

Confirmado: A Banca Raridades não existe mais
A Prefeitura de São Paulo kassou de vez a banca. Antes, por um curto espaço de tempo, a banca mudou de dono e nome: Era a Banca Sampa, e que vendia livros novos e usados. Nos últimos meses, o sr. Saulo, dono da Banca Raridades, retomou o lugar, e tentou manter o ritmo de antes. A banca era especializada em revistas raras e antigas.

No calor do desemprego e de muita demanda pelo trabalho para pouca oferta, as autoridades tem o luxo de tirar o trabalho daqueles que tentam sobreviver ou melhorar as suas rendas, sejam de aposentadoria ou míseros salários.


São Paulo, 23 de janeiro de 2008.
Esconderijo dos Heróis: Mudanças
Mudou para a sala 12, no mesmo prédio e andar. Além disso, o telefone é: (55 11) 3495-7016. Ver mais detalhes.


São Paulo, 13 de janeiro de 2008.
Não existe mais a Banca do Israel
Faz mais de um mês que a Prefeitura de São Paulo recolheu a banca de livros, e que ficava no número 120 da Av. Ipiranga. Muitas bancas tradicionais, e que eram freqüentadas por assíduos leitores paulistanos já deixaram de existir. O próximo vai ser a Banca do Erikh, que vai ficar apenas até o final desse mês.


RETIRADO O LIVROS À VENDA, OU CATÁLOGO DE LIVROS

São Paulo, 2 de janeiro de 2008.
Pessoal, não leve a mal, mas tive de suspender indefinitivamente a venda de livros através da página. Simplesmente eu não estava dando a conta em atender os pedidos dos internautas. Muitos dos livros (mais de 2000 mil) são de procedência de um sebo da cidade de São Paulo, sem contar alguns de outros sebos, e muitos do meu próprio acervo. Principalmente peço as desculpas aos leitores que não tiveram seus pedidos atendidos. Pois, acabou atrasando-se nos atendimentos e checagem dos livros.

Vendas comissionadas - Era o procedimento de venda de livros: Eu recebia uma porcentagem de 10 a 25% ou mais por cada livro vendido. Essa porcentagem, evidentemente, retira a possibilidade do leitor em obter um desconto na compra dos livros. Porém, com a nova dinâmica de vendas através da Internet, principalmente com os sites especializados em intermediar na venda de livros, o caro leitor tem a possibilidade de pesquisar as melhores ofertas. E os livreiros de sebos viram-se em uma nova competição, em que só se consegue vender, quem tiver o melhor preço e atendimento. Dessa forma, a venda comissionada a qual adotei tornou-se desinteressante, uma vez que a maioria dos sebos obtaram no uso dos sites intermediários (e que igualmente recebiam a comissão pela venda de livros).

A experiência de intermediação de venda de livros - Entre 2005 e 2006 fiz algumas tentativas ao dispor o espaço da Página de Zadoque para que os livreiros e não-livreiros divulgassem os seus acervos. Uma forma de intermediação. O projeto chamava-se de Mural de Livros, e tinha iniciado como nome de BookList. Mas logo percebi que não era esse o caminho que deveria seguir. Porém, a idéia acabou servindo de inspiração para o surgimento de um site de intermediação (o Estante Virtual). Mesmo assim, acabei criando o Catálogo de Livros por causa da insistência dos leitores-internautas em fazer os pedidos de livros à Página de Zadoque. Geralmente vocês faziam o pedido perguntando: “Vocês tem o...” ou “Os senhores tem no estoque...” etc. Realmente fico lisonjeado, pois, a Página de Zadoque é mantido (na sua estrutura, conteúdo, artes e fotografias) apenas por uma pessoa: Eu. Igualmente houve a insistência de alguns livreiros, para que eu intermediasse a venda de livros. Na ocasião, a título de experiência, acabei criando o Catálogo de Livros, pois, também precisava obter uma forma de renda. Mas como toda a página é na verdade experimental, isso desde a sua origem dentro de uma universidade, eu já estava esboçando a nova linha editorial dela: Um espaço de divulgação de informações especializadas.

Como encontrar o teu livro - Use os mecanismos de buscas da Internet, e os sites de intermediação. Pesquise os melhores preços. Mas se não encontrar o que procura, então, só andando a pé mesmo, chegando nos locais interessados. É o que faço, dentro das minhas limitações. Pois, Zadoque transita entre o mundo real e o mundo virtual. E a Página de Zadoque trabalha dentro dessas limitações impostas. Evidentemente que não pretende competir com os grandes portais. E nem é esse o seu intento.

O possível retorno do catálogo - Estou estudando as outras alternativas do seu uso. Mas não há uma previsão de algo concreto.

Zadoque




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